Há dois meses estávamos em Dallas/Texas para a conferência da Coalizão Apostólica Internacional, e um apóstolo australiano nos trouxe uma palavra profética especifica. Isto foi parte do que ele disse: “Eu vejo o seu ministério como o meu país, a Austrália. Austrália é um país muito grande onde as maiores regiões são de desertos. Deus vos ajudará a conquistar desertos, ocupar lugares áridos e encher lugares vazios!”.

Estamos animados! De fato existem desertos a serem vencidos e lugares vazios a serem ocupados. Estamos crendo que 2013 marca um tempo novo, onde Deus renovou a nossa esperança, e as cicatrizes dos combates passados nos prepararam para maiores conquistas. Neste fechamento de ano um dos textos que retrata o que já estamos vendo Deus fazer tem o seu endereço em II Reis 3.

Aqui encontramos uma batalha pela conquista de um grande rebanho, travada em um deserto. Desertos não são lugares espiritualmente neutros. O despojo não era pequeno, tratava-se de 100.000 cordeiros e 100.000 carneiros.

Então Mesa, rei dos moabitas, era criador de gado, e pagava de tributo, ao rei de Israel, cem mil cordeiros, e cem mil carneiros com a sua lã. Sucedeu, porém, que, morrendo Acabe, o rei dos moabitas se rebelou contra o rei de Israel. (Versículos 4 e 5)

Toda resistência do inimigo esta fundamentada em rebelião. O rei de Israel pediu reforço do rei de Judá e do rei de Edom, e foram em busca do seu despojo. Depois de uma marcha de 7 (sete) dias estes três reis com os seus exércitos e animais estavam perdidos, desorientados, se sentindo derrotados, não pelos Moabitas, mas por aquele grande deserto.

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